quarta-feira, 4 de julho de 2012

Entrevista com o Zezinho da Norfist

Apresento aqui no blog mais uma banda que está se movimentando na cena underground Baiana. Acompanhe esse bate papo com o Zezinho, vocalista da banda Norfist da cidade de Lauro de Freitas-Ba.
Zezinho, vocalista da Norfist

1-Como e quando surgiu a idéia de montar a Norfist?
Zezinho: No final do ano de 2009, Eu recebi a visita de Renato Damasceno e Paulo Batera com a proposta de montar uma banda de Hardcore. Como todos eles já vinham de outras bandas, após uma longa conversa resolvemos utilizar o nome da minha antiga banda, a "Artrópodes".

2-De onde tiraram esse nome Norfist?
Zezinho:Novas letras foram feitas por Renato e Eu e novas músicas foram compostas por Paulo Reis, que em conjunto resolveram mudar o nome da banda, por que o novo projeto em nada lembrava a antiga banda "Artropodes". Foi então que surgiu o nome NORFIST. Em busca de um nome que expressasse regionalismo, Renato Damasceno deu a ideia de por o nome "Nordeste" porem, em outro idioma, então resolveram por o nome Northeast, porem ficava um pouco sem lógica manter regionalismo com um nome em inglês, então depois de um "insight", Paulo Reis levando em consideração que nós nordestinos temos o costume de escrever algumas palavras da maneira que as pronunciamos, resolveu chamar a banda de NORFIST que é a forma que se pronuncia Northeast (Nordeste) em inglês.
Paulo Reis na guitarra

3-Em 2010 a banda ganhou uma seletiva para bandas iniciantes no Festival Palco do Rock de Salvador e que gerou uma vaga para ser a banda de abertura do festival em 2011. E no final ainda levaram o prêmio de Banda Revelação? Como foi pra vocês verem o trabalho sendo reconhecido assim tão rápido?
Zezinho:Pois é, apesar da banda ser montada em pouco tempo, porém os músicos já tinham estrada e o melhor dessa vez responsabilidade que antes fazíamos som por fazer, mas pegou a gente de surpresa, realmente a gente não esperava o público com essa reação, o engraçado é que a galera falava “era isso que tava faltando aki, um som mais pesado com HC e punk com pitadas de trhash metal...” rsrsrsrsrs
Norfist no Palco do Rock 2012 - Segunda participação da banda no festival.

4-Mas só depois de tudo isso que a banda conseguiu firmar sua formação. Hoje quem faz a Norfist?
Zezinho:Sou Eu no vocal, Paulo Reis na guitarra, Cláudio Ducho no baixo e Greik Sequela na bateria.
Cláudio Ducho no baixo

5-Vocês já gravaram um single chamado “Em busca do poder”, quantos sons tem nesse material? E ele está disponível para download?
Zezinho:São 4 músicas; “Não adianta reclamar”, “Corja de idiotas”, “Futuro da nação” e “Em busca do poder". Está disponível pra download no site www.norfist.com.br

6-Você é o cara que compõe a maioria das letras da Norfist. De onde vem a inspiração? Quais as suas principais influências?
Zezinho:Bem... a inspiração vem do dia a dia e da auto estima do ser humano e claro que não podia deixar de esquecer do “Sistema” não é? rsrsrs... curto muito punk rock e crossover, e tenho como principais influências: Garotos Podres, Ramones, Raimundos (antigo), Ratos de porão, Cólera, Sepultura, dentre outras.

7-E quem é o responsável pela parte musical, de colocar os acordes nessas letras?
Zezinho:Paulo Reis e Greik, antes eram eles e Renato, agora são só eles.
Greik destruindo na batera!!!

8-Vocês moram em Lauro de Freitas, região metropolitana de salvador. Estando perto da capital, facilita para conseguir espaço pra tocar? Como anda a cena por aí?
Zezinho: rsrsrsrs... que nada em Salvador tem espaços particulares pra bandas digamos assim... pra filhinhos de papai, acredite, tem som que começa 14h e termina as 20h e nem vendem bebida alcoólica, porém a galera underground corre atrás pra organizar seus próprios sons, gente que tem banda e se organiza sacou, isso pra gente já facilita já que o pessoal conhece o som da banda aí sempre convidada a gente pra tocar. Aqui em Lauro a cena cresceu muito, vem surgindo bandas novas e muito legais, a gente não tinha um evento de rock ao ar livre desde 2005 e só esse ano já tivemos 05, aí fica minha dúvida “será porque é ano político?” aí tudo fica mais “fácil”?
Norfist tocando em Lauro de Freitas

9-A Norfist está preparando um novo CD. O que a galera pode esperar desse novo trampo? Seguirão a mesma linha do Single?
Zezinho:Sim! Porém, mais trabalhada e com mais um pouquinho de peso.

10-Qual a previsão de lançamento desse disco e já existe um nome para esse projeto?
Zezinho:Antes de Dezembro sai e ainda não pensamos no nome...

11-Zezinho, muito obrigado pela atenção. O espaço está aberto pra você deixar o recado final...
Zezinho:Velho... o que tenho a dizer é que a galera que tem banda tem que se unir sacou? Pô vejo bandas aí que vão tocar e a gente só fica sabendo quando sai a divulgação, ao contrário da NORFIST, sempre quando convidam a gente, indicamos outras bandas que tem haver com o estilo da gente sacou? Eu acho que é por aí, e outra... essa é pra galera: Gente vamos deixar de “Pagar Pau” pra bandas de fora que vem aqui pra BAHIA e cobram ingressos de preços absurdos e vocês pagam sem reclamar, agora quando tem um som que custa no máximo 20 conto vocês ainda pedem pra entrar de graça, vamos parar com isso e fortalecer a cena underground. No mais...paz, saúde e rock and roll!!!
Site Oficial: www.norfist.com.br


sábado, 30 de junho de 2012

Entrevista com Barata do DZK

A entrevista de hoje é com o Barata, vocalista da Banda DZK. Um cara simples que tive o prazer de conhecer pessoalmente ano passado no Hangar 110, durante o show "Tributo Ao Redson (Cólera)". E depois de fortalecida a amizade, Segue aí o bate papo...
Barata em ação!!!


1- Prestes a completar 30 anos de estrada, o DZK teve durante esse tempo vários problemas para manter a formação. Conte-nos um pouco sobre o começo da banda e sobre a sua entrada no DZK? Diz a lenda que foi através de um anúncio de jornal, é verdade? 
Barata- É verdade, estamos completando 30 anos de história, passaram vários guitarristas pela banda e não aguentaram o rojão, mas conseguimos nos manter no cenário. Eu vim de outra banda chamada Desespero, que durou até 1988, a banda acabou, aí um amigo meu me deu uma dica de uma banda precisando de vocalista urgente, o anúncio estava numa loja em Mauá aqui no abc e essa banda era o DZK, fui ate a loja e peguei o endereço do baterista Macarrão, pedi para fazer um teste com eles, aí ele me falou “teste o caralho!!! É só chegar e cantar”, daquele dia em diante me mantenho a frente da banda até hoje.




2- A banda participou do histórico disco “O começo do fim do mundo” com o nome de Decadência Social. Como foi que surgiu esse convite e porque mudaram o nome da banda para DZK? 
Barata- O convite surgiu por sermos uma banda do abc, eu ainda não estava no DZK essa época, depois do festival a banda Decadência Social acabou, aí o macarrão queria continuar com a banda, mas o restante da banda não permitiu usar o mesmo nome, ai ele colocou o nome de Dizikilibriu Social.

Compacto de 1992



3- Em 1992 a banda relança em vinil o material de dois compactos gravados anteriormente. Esse disco chamado “De geração para geração, eternamente punk” ainda tinha seis sons inéditos. Qual foi a sensação quando vocês pegaram as primeiras cópias na mão? 
Barata- Quando saiu o primeiro compacto que foi apenas 500 cópias, meu é muito prazeroso ver o material físico na mão, ai já queríamos mais copias porque foi pouco, ai nos falaram não vamos fazer sim mais 500 cópias, mas com outras musicas novas, fizemos, então o primeiro se chamou “Dizikilibriu Social”, o segundo se chamou “Sexo cerveja e punk rock”, ai veio a oportunidade de gravar o LP, tínhamos seis músicas novas, ai tivemos a idéia de colocar as musicas do compacto junto no LP, porque saiu apenas 500 cópias de cada, sendo assim quem não tinha o compacto, teria ele no LP, e quem tinha o compacto teria que pegar o LP, por causa das outras músicas que não tinha no compacto.




4- Em 2000 a banda lança o CD “Imperialistas” que pelo título já dá pra ver que eram duras críticas ao sistema? Era um disco conceitual ou com temáticas diversas? 
Barata- O disco foi feito com temáticas diversas, chamado “Imperialistas” , uma crítica ao Estados Unidos, por querer sempre dominar o mundo pela força das guerras.




5- Em 2006 vocês lançam o disco “Fui Punk”. O que vocês queriam dizer com esse disco? A partir daquele dia não eram mais punks? Ou era um grito contra tudo de errado que vocês viam no cotidiano e até mesmo dentro do movimento? 
Barata- Quando começamos a trabalhar esse disco, iria se chamar “Fui punk minha vida inteira”, mas ates de gravá-lo, o Flexa saiu da banda, ai veio o Bokâ que era da banda Paranóia Nuclear e se juntou a nós, ai mudamos o nome só para “Fui punk”, porque era á musica título do disco, sabíamos que iriam ficar se questionando , o porque fui punk , se não éramos mais, mas a intenção foi essa mesmo, das pessoas ficarem se questionando, pô os caras não são mais punks, aí quando se deparam com a gente e vê que continuamos nossa luta ate hoje, a música começa como “fui punk a minha vida inteira, aí decidimos: vai ser só “fui punk” , para causar impacto do questionamento de ser punk.




6- Durante um tempo o guitarrista Flexa resolve sair da banda, voltando somente em 2007. Como foi ver novamente o DZK com sua formação clássica? 
Barata- Pois é, o flexa saiu da banda quando ainda estávamos no processo de fazer o “fui punk”, ficou um tempo fora, e resolveu voltar, o bokâ depois que gravou o disco ficou por três anos conosco , e saiu da banda, ai passaram vários guitarristas, até que um dia o flexa pinta no ensaio , e o outro guitarrista que estava conosco há alguns meses não compareceu no ensaio, aí Flexa pegou a guitarra e começou a levar o som. Meu, parecia que nunca tinha saído da banda, ele se empolgou, e nós também, aí ele falou: “meu, quero o meu lugar de volta”. Concordamos , e está até hoje, ele que faz a maioria das letras da banda.

Flexa de volta



7- Em 2008 é lançado o CD Tributo ao DZK, que contou com a participação de 27 bandas. Qual a sensação ao ouvir esse disco e sabendo que vocês são influência para todas essas bandas? 
Barata- Ficamos muito contentes com esse tributo, isso mostra que nossa luta não é em vão, que todas as bandas que participaram, tem influências do DZK, mas cada uma com sua cara, o disco ficou muito bom, nós mesmo ouvindo , falávamos: “caramba!!! Os caras estão tocando melhor que nós!!!” rss.




8- E agora vai vir um CD de comemoração aos 30 anos do DZK? O "Dizikilibriu Social" continua? 
Barata- Queremos muito fazer sim um novo disco, temos várias músicas novas, mas sempre sem tempo para ensaio e acaba sempre sendo adiada essa idéia de fazer o disco dos 30 anos, mas vamos nos esforçar para que isso aconteça, mesmo que seja com 31 ou 32 anos, com certeza o Dizikilibriu Social continua até que o coração parar. rss.

9- Saindo um pouco do assunto, você tinha um programa chamado Rota 77 com parceria com o grande Marco Ribeiro. Acho que foi um dos primeiros programas especializados em punk HC na net. Já tocaram até som de minha banda lá sem a gente nem se conhecer. O Marco me falou uma vez que encontrou nosso som pesquisando na net. Como era feita a seleção da programação? 
Barata- É verdade. O Rota 77 foi o primeiro programa que começou a tocar o que ninguém tocava, quando ele me falou: ”tem uma banda aqui, o cama de jornal”, achei legal o nome e o som e tocamos, queríamos fazer isso mesmo mostrar o trabalhos das bandas que fizeram parte da cena, e as que estão surgindo dando continuidade na cena, a seleção era feita na hora que íamos gravar mesmo, com alguns materiais que as bandas nos enviavam, depois da rádio fizemos o festival do rota com 30 bandas, foi muito massa, aí paramos por um tempo, o Marcos estava sem tempo para fazer a radio, aí comecei outra empreitada, fiz outra rádio que se chamava Combat Rock que durou três anos, ai parei, voltei a fazer o rota de novo com o Marcos, aí fizemos outro festival , que se chamava “Rota 77 Convida” com 20 bandas. Foi muito bom esse festival, mas a rádio ficou no esquecimento, comecei a cobrar o Marcos para retornarmos a fazer, mas nunca dava certo, mas ainda tenho vontade de voltar a fazer, mas o Marcos não quer mais, terei que fazer sozinho. Aguarde, em breve retorno, mesmo que sozinho.




10- Barata, muito obrigado pela atenção. O espaço é todo seu pra divulgar o que tiver que ser divulgado e falar o que tiver que ser falado: 
Barata- Bom meu velho, eu agradeço pela oportunidade de falar um pouco da minha história, é muito bom eu preste a completar 51 anos e ainda estar participando de tudo isso, a receita para sobreviver a tudo isso é fácil, tem que ter carisma e caráter, gostaria muito de um dia fazer uma tour pelo nordeste, mas é um sonho ainda não concretizado, se alguém quiser nos convidar para fazer shows , entre em contato com a Dunga que iremos com certeza: 
Bom Nem, valeu pela oportunidade. Tem punk aí!!! Com certeza que tem!!

Contatos: dunga@bandadzk.com
Site Oficial: www.bandadzk.com

Macarrão (bateria), Barata (vocal), Flexa (guitarra) e Charuto(Baixo).

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Entrevista com Alexandre da Stinky Kalau

O objetivo do blog nessa nova fase é dentre outras coisas, mostrar novas bandas que estão movimentando o underground. E uma dessas novas bandas é a Stinky Kalau, de Salvador-Ba. Por isso conversei com o amigo Alexandre, vocalista e guitarrista da banda.acompanhe aí...
Alexandre UZT

1-Sei que vc já teve outras bandas. então nos conte primeiro como surgiu e quando foi a idéia de montar a stinky kalau?
Alexandre: No final de 2008 a banda uzt chegou ao seu limite, sobrou apenas eu na bateria e Rodrigo na guitarra e vocal, por outros problemas acabou. Eu sempre quis continuar mas teria que ser com novo sangue. A S.K. surgiu no começo de 2009 conversando com meu amigo Ivan Drummond, que já conhecia desde 2000. Nos juntamos pra ouvir rock n roll, punk, hard core e fazer letras. Daí surgiu a ideia dele ser vocalista e montar uma banda. Ele escreveu muitas letras e eu as melodias no violão. Sem pressa fomos levando assim, fizemos dois ensaios com Bruno Maluco, um baterista muito doido e versátil, mas ele não sabia tocar punk rock. Ivan também cuida da tia dele de 94 anos, então é muito difícil de ensaiar mas ele sempre faz letras novas. Entao em 2010 chamamos Roberto Canario, baterista da banda Sombra Sonora (1995), que curte hard core, metal e punk rock. Fizemos 4 ensaios com Ivan no vocal, eu na guitarra e Canario na Bateria. Em 2011, sem pressa de achar um baixista, pois a banda ainda estava em laboratório. Chamei um velho amigo e vizinho Pedro Dread para tocar baixo, pois ele curte muito hard core. Entao Ivan não pode ir nos ensaios, eu assumi os vocais e guitarra, Peu no Baixo e Canario na Bateria.
Roberto Canário

2-Já existe algum material gravado da banda?
Alexandre: Fizemos 3 shows e gravamos alguns ensaios.

3-Salvador é a terra do axé, mas sabemos que rola uma cena punk hc ativa. Nos conte como anda a movimentação por aí?
Alexandre: Eu sei que sempre haverá a revolta enquanto tiver a discórdia. Aposto que tem uma rapaziada em algum porão de Salvador fazendo zines e tocando punk rock. Eu estava mais envolvido com bandas de punk rock, mas ultimamente estou mais escravo do sistema, pagando minhas contas e trabalhando. Existem bandas de punk rock exclusivas eu tenho certeza, mas faz tempo que não vejo nenhuma. Estou muito caseiro. Gostava muito do Pés de Frieiras em 2008. Da Anemia, da Atraso... Mas a cena underground em geral esta forte. Temos bandas como Agressivos, Egregora e Sbornia Social que gosto muito.

4-Já tive a oportunidade de assistir um show da Stinky e gostei bastante da pegada e atitude, e percebi um leque muito grande de sonoridades. nos diga quais são as principais influencias musicais de vcs?
Alexandre: Obrigado. As principais influencias musicais da S.K. são: bad religion (80/85), Shelter, suicidal tendencies, grinders, punk rock nacional em geral, hardcore Califórnia e hardcore New York.
Stinky Kalau em ação no Tributo ao Cólera (Simões Filho-Ba)
5-Mesmo com pouco tempo nesse novo projeto, vcs já pensam em fazer alguma turnê ainda esse ano? Como tem sido a agenda de shows da banda?
Alexandre: Estávamos com planejamento de continuar a tocar por Salvador, mas desde que Roberto Canário quebrou o pé andando de skate, que estamos parados. Mas eu e Pedro Dread, o baixista, fazemos musicas novas sem parar. Estamos com repertorio de 16 musicas próprias e alguns covers.

6-Salvador é uma cidade que possui poucos espaços pra bandas undergrounds não comerciais, o que vcs tem feito para conseguir está sempre tocando por aí?
Alexandre: Não estamos tocando com frequência, e quero agradecer muito a Lenon (Sbornia Social) pelo apoio e força, como sempre vem fazendo. Agradecer também a Rodrigo do Ultimo Grito e a galera de Simoes Filho. E aproveitar para dizer que quando voltarmos a ensaiar queremos voltar a tocar por lá.

7-quando vcs lançarem algum material novo, vai ser disponibilizado para download livre? O que vcs acham dessa nova forma de divulgação virtual?
Alexandre: Sim, com certeza vamos disponibilizar alguma coisa, mas acho melhor vender o cd pois tem a arte de capa com as letras e conceito da banda. Sempre gostei disso. Mas divulgar pela internet é muito útil e rápido quando a pessoa não pode ir ao encontro da banda.

8-quero agradecer pela longa amizade entre a gente e deixo o espaço aberto para vc falar o que quiser. Valeu Alexandre e Stinky Kalau:
Alexandre: Nem, muito obrigado pelo forte apoio que sempre moveu a banda em que toquei e que atualmente toco. Estou sem muitas palavras agora, mas quero que as bandas de hard core e punk se unam com humildade, desde o empréstimo de equipamentos em um show, ate dividir o mesmo teto. Quero dizer, que apesar da correria diária de cada um, o movimento deve continuar na sua casa e na rua, protestando e atentando pras merdas que estão aparecendo. Movimentos que querem abafar nossa revolta. Um grande abraço para todos! Alexandre UzT.